Fiji: As férias das férias

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Ao final da nossa Fiji Experience, na qual passamos 12 dias viajando por seis ilhas do arquipélago, resolvemos descansar naquela que mais nos agradou e que seria mais prática para retornarmos a Nadi antes de embarcarmos de volta à Sydney (AUS). Saímos de Beachcomber chateados e frustrados com a ilha, mas estávamos alegres, pois estávamos a caminho daquela que mais gostamos: Bounty.

Quando descemos no barco que nos levaria até à ilha o funcionário local nos reconheceu e assustado disse:

– Braseeeeeellllllll…..are you back? – Disse espantado.

– Sim, estamos voltando….

A reação foi a mesma quando desembarcamos na ilha. Todo staff nos reconheceu (foi nossa primeira parada, aquela do tsunami. Havíamos pisado por lá 12 dias antes) e estranhou o retorno. Pelo visto não é comum. Explicamos nossa ideia de descansar das nossas férias na ilha que mais gostamos. Ficaram tão felizes que nos deram um upgrade no quarto. O fato de ser baixa temporada também colaborou para isso, obviamente. De diferente, o novo quarto só tinha o acabamento, mais luxuoso. Mas o mais importante de tudo era igual: a vista para o mar.

Nesses quatro últimos dias por lá aproveitamos para fazer o que não fizemos na nossa primeira “temporada”. Remamos de caiaque e caminhamos ao redor da ilha, fizemos stand up paddle e participamos do projeto de preservação de tartarugas marinhas que as devolve para o mar em tamanho maior, o que aumenta a possibilidade de sobrevivência. Também tivemos a oportunidade única de presenciar uma minúscula tartaruguinha desesperada, sozinha, correndo para o mar. Tinha acabado de sair do ovo. A salvamos junto com outras três que estavam perdidas perto do nosso quarto e o staff as “inscreveu” no projeto. Além disso, vimos cobra, descansamos (afinal, a cada dois dias nós tínhamos que empacotar nossa bagagem em cada nova ilha), fizemos artesanato com folhas de coqueiro e nos sentimos literalmente em casa.

Mergulhamos mais, vi meu último tubarão. Me borrei de medo novamente. Jogamos ping pong e um jogo de arremesso de corda uma centena de vezes cada. Tiramos fotos, vimos o lindo pôr-do-sol de lá, tomamos drinks coloridos, participamos de jogos com os nativos e fomos embora arrasados (e a Mônica chorando aos prantos literalmente) por estarmos deixando para trás um povo e um local maravilhoso com apenas uma certeza: a de que nos veremos de novo.

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Bula e Vinaka, Bounty Island!

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